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O Intelectual ?

Look for the ridiculous in everything and you will find it...

A minha fotografia
Nome: Jorge
Localização: Lisboa, Portugal

E o mais importante continua a ser o AMOR

segunda-feira, 31 de Julho de 2006

1, 2, 3... Respirar...

... porque estou com ganas de corrê-los todos à vassourada!! não sabem, não viram, não fizeram. fizeram mas não se lembram. ou lembram-se mas já fizeram tanto que já não sabem a quantas andam! dizem "está tudo pronto", e afinal não está nada pronto.

raisparta às minhas crianças... eu bem desconfiava que não tinha vocação para mãe...

segunda-feira, 24 de Julho de 2006

Abaixo-assinado

Ainda a propósito do calor e do meu post de 14 de Julho, recebi novas da A.R.:

para a proposta de lei ser levada a votação é necessário reunir pelo menos um milhão de assinaturas. Peço por isso aos interessados que adicionem um comentário a este post, indicando o seu nome, para eu proceder à contagem.

Obrigada pela colaboração.
ms

sexta-feira, 21 de Julho de 2006

Pandora Internet Radio

Para quem ainda não conhece, este site é muito bom. Podem criar "rádios" online, adicionando as grupos ou autores que gostam de ouvir. Automaticamente são acrescentadas bandas que se assemelham às que vocês escolhem. Desta forma, é possível descobrir novas músicas/bandas que não são tão populares ou que não têm tantos recursos para se promoverem.

Pandora Internet Radio - Find New Music, Listen to Free Web Radio

O "Indiegente"

Definição: programa de rádio da Antena 3 (100.4 FM). Vai para o ar de segunda à sexta às 23h.

Autoria: Nuno Calado. Estilo: Rock/Alt/Metal

Exemplo de programação musical: arctic monkeys, strokes, NIN, sonic youth, radio 4, she wants revenge, you should go ahead, pink floyd, deus, ...

Razão para este post: a música de abertura do programa é absolutamente fantástica. Adoro-a. Finalmente dei-me ao trabalho de pesquisar e descobri que é um tema de uma banda portuguesa chamada "Raindogs" e que foi composta especificamente para o programa.

Portanto, se como eu forem viciados nessa melodiazinha, é só procurar o primeiro EP dos Raindogs, que inclui a versão original, ou o primeiro álbum dos mesmos ("From Today"), que inclui uma versão com voz, ou ainda a compilação do "Indiegente".

PS - no decorrer desta investigação descobri também que não se diz "música de abertura do programa" mas sim "indicativo do programa". Aaaah? :-)

quarta-feira, 19 de Julho de 2006

Andanças 2006

Para quem, como eu, ama a dança, a expressão corporal e uns dias passados em contacto com a natureza e longe da poluição cinzentona da cidade, aqui fica a sugestão:

http://www.pedexumbo.com/site2005/site_and06/andancas2006_home.htm

O Andanças é um evento anual organizado aqui pelas gentes do Norte e que tem lugar em S. Pedro do Sul, na Serra da Gralheira (perto de Viseu).

Nas oficinas de dança aprende-se tudo, desde street dance, salsa, tango argentino, danças orientais, dança tribal africana, sevilhanas, danças ciganas... E há também Tai Chi, Yoga, Capoeira e os já famosos "bailes" nocturnos, para libertar o corpo e saltar até cair. :-)

É festa de 31 de Julho a 6 de Agosto. Deixem-se contagiar...

domingo, 16 de Julho de 2006

Viagens

São tantas as viagens que fazemos sem sequer darmos um passo...
Viagens ao interior de nós mesmos,
Viagens em espiral, no silêncio de um momento,
Viagens no tempo de uma inspiração suspensa.
Caminhos, por vezes radiosos, por vezes sombrios,
Sempre valiosos.

sábado, 15 de Julho de 2006

Poema (II)

Deixa que o momento seguinte cresça em ti,
sem que o forces, como um relógio silencioso
cujo ritmo nunca muda mesmo quando ninguém o olha.
Sempre diferente a multidão, sempre o mesmo o mecanismo:
o tique-taque continua, insensível às mudanças.

O compasso seguinte:
entram novos olhares em cena, o ritmo altera-se e o relógio quebra-se.
No primeiro mecanismo só a ilusão se mantinha constante.
A eternidade tem sempre limites definidos pela mudança,
que retira o véu do engano à realidade anterior.



EC

sexta-feira, 14 de Julho de 2006

Exmo. Sr. Primeiro Ministro,


Não se consegue trabalhar com este calor. Tenho 22 pessoas à minha volta a suar as estopinhas (literalmente) o dia inteiro para despachar o dito; e para cúmulo, por incompreensíveis medidas de segurança, as janelas do escritório não abrem. Dantes ainda tínhamos o ar condicionado mas andávamos todos engasgados e ranhosos, e como tal desligamo-lo. Agora já ninguém espirra nem tosse, é um facto, mas suamos que nem porcos. Correcção: que nem porcas. Isto por aqui é mais mulheres (felizmente jovens, só nos faltava ainda os calores da menopausa para ajudar à festa). Em suma: está uma tosta que não se pode.

Como V. Ex.ª decerto conclui pelo cenário acima descrito, a produtividade destes últimos dias não tem sido muita. Está aquém do desejado. Fede. Fica mal ao país. A título de exemplo: na última reunião de departamento fizemos um brainstorming acerca de melhorias a implementar aos nossos processos gerais. Os tópicos mais repetidamente abordados foram:

1) praia/mar
2) cocktails
3) gajos giros em calção de banho
4) cadeiras de baloiço/redes
5) gajos medianamente giros em calção de banho
6) sestas
7) esplanadas com música
8) gajos de qualquer espécie, desde que em calção de banho

A meu ver há aqui claramente (e humildemente, também) uma distorção de prioridades. V. Ex.ª certamente compreende e anui; afinal de contas, na Assembleia da República também deve fazer um calorzito jeitoso. E com as habituais discussões parlamentares, ui ui, então é que o mercúrio deve subir nos termómetros! Daí que o ideal (para o país como um todo, entenda-se) fosse sair uma leizinha que proibísse os cidadãos de trabalharem em dias nos quais as temperaturas atingissem os 25ºC ou mais. Fechava tudo, digamos, excepto os hospitais e os barzinhos de praia. Ah sim, e os bombeiros teriam também que estar de plantão, coitados, que isto da piromania dá-lhes mais, aos atrasados mentais do costume, por esta altura do ano – vá-se lá saber porquê.

Era uma leizinha para estes dias, Sr. Primeiro Ministro. Qualquer coisa do estilo:

“Em situação de temperatura ambiente igual ou superior a vinte e cinco graus centígrados, fica o povo português obrigado pela presente lei, e sob pena de sanção severa em caso de incumprimento da mesma, a organizar-se em grupos de cinco ou mais cidadãos, os quais deverão deslocar-se em seguida até à praia mais próxima, acender uma fogueira (com as devidas precauções), dançar em corpo nu ao redor da mesma e finalmente rebolar pela areia fora até ao mar.”

Parece-me bem e sem sombra de inconstitucionalidade. Que me diz V. Ex.ª?

Com os mais respeitosos cumprimentos,
ms

quinta-feira, 13 de Julho de 2006

Poema

A solicitude de âmbar
do cão que ladra à meia-noite
é apenas um breve engano
de que não somos culpados.

É como os teus olhos ao dizerem uma mentira,
a minha escrita quando te quero manipular
ou outros factos que não páram de acontecer:

acontecem, mais nada.



EC

Email @intelectual.org

Se querem um email @intelectual.org, gratuito e acedido através do hotmail (nova versão live com 2GB de espaço), enviem-me um email ou deixem ficar um comentário com o vosso primeiro e último nome e email de contacto. O formato, desde que não esteja já ocupado é primeironome.ultimonome@intelectual.org (ex: maria.ferreira@intelectual.org).
Tenho 40 contas para oferecer e por agora o único requisito é que não tenham o mesmo nome que eu porque já está ocupado :)
A política de utilização é a mesma do hotmail.

Teste do Olhar

Para quem quer avaliar a sua capacidade de "ler" nos olhos dos outros... Eu acertei em bastantes questões, mas não achei fácil!

http://istoe.terra.com.br/istoedinamica/testes/olhos/olhos_01.asp

quarta-feira, 12 de Julho de 2006

E mais uma...

THE BALLAD OF FRANKIE LEE AND JUDAS PRIEST


Well, Frankie Lee and Judas Priest,
They were the best of friends.
So when Frankie Lee needed money one day,
Judas quickly pulled out a roll of tens
And placed them on a footstool
Just above the plotted plain,
Sayin', "Take your pick, Frankie Boy,
My loss will be your gain. "

Well, Frankie Lee, he sat right down
And put his fingers to his chin,
But with the cold eyes of Judas on him,
His head began to spin.
"Would ya please not stare at me like that," he said,
"It's just my foolish pride,
But sometimes a man must be alone
And this is no place to hide."

Well, Judas, he just winked and said,
"All right, I'll leave you here,
But you'd better hurry up and choose
Which of those bills you want,
Before they all disappear."
"I'm gonna start my pickin' right now,
Just tell me where you'll be."

Judas pointed down the road
And said, "Eternity!"
"Eternity?" said Frankie Lee,
With a voice as cold as ice.
"That's right," said Judas Priest, "Eternity,
Though you might call it 'Paradise.' "

"I don't call it anything,"
Said Frankie Lee with a smile.
"All right," said Judas Priest,
"I'll see you after a while."

Well, Frankie Lee, he sat back down,
Feelin' low and mean,
When just then a passing stranger
Burst upon the scene,
Saying, "Are you Frankie Lee, the gambler,
Whose father is deceased?
Well, if you are,
There's a fellow callin' you down the road
And they say his name is Priest."

"Oh, yes, he is my friend,"
Said Frankie Lee in fright,
"I do recall him very well,
In fact, he just left my sight."
"Yes, that's the one," said the stranger,
As quiet as a mouse,
"Well, my message is, he's down the road,
Stranded in a house."

Well, Frankie Lee, he panicked,
He dropped ev'rything and ran
Until he came up to the spot
Where Judas Priest did stand.
"What kind of house is this," he said,
"Where I have come to roam?"
"It's not a house," said Judas Priest,
"It's not a house . . . it's a home."

Well, Frankie Lee, he trembled,
He soon lost all control
Over ev'rything which he had made
While the mission bells did toll.
He just stood there staring
At that big house as bright as any sun,
With four and twenty windows
And a woman's face in ev'ry one.

Well, up the stairs ran Frankie Lee
With a soulful, bounding leap,
And, foaming at the mouth,
He began to make his midnight creep.
For sixteen nights and days he raved,
But on the seventeenth he burst
Into the arms of Judas Priest,
Which is where he died of thirst.

No one tried to say a thing
When they took him out in jest,
Except, of course, the little neighbor boy
Who carried him to rest.
And he just walked along, alone,
With his guilt so well concealed,
And muttered underneath his breath,
"Nothing is revealed."

Well, the moral of the story,
The moral of this song,
Is simply that one should never be
Where one does not belong.
So when you see your neighbor carryin' somethin',
Help him with his load,
And don't go mistaking Paradise
For that home across the road.


Bob Dylan, from "John Wesley Harding" (1967)

Hoje descreveram-me assim...

... em contexto de conversa (com tendência para a piada) sobre relacionamento homem-mulher:

"Doce, boa pessoa, recatada nos seus comentarios, jamais capaz de piada de cariz sexual, enfim... "

Fiquei sem saber se engano bem os amigos ou se me engano melhor a mim mesma. :-)

terça-feira, 11 de Julho de 2006

WC & ADY


Olhem só esta, que divertida:

"The biggest argument against democracy is a five minute discussion with the average voter."

Winston Churchill (1874-1965)



Se adicionarmos isto, obtemos um saboroso cocktail, a ser degustado lentamente:

"How fortunate for leaders that men do not think."

Adolf Hitler (1889-1945)

Quiz - What form of self-mutilation are you? - Quizilla Quizzes

Façam lá o quiz para ver qual o vosso nível de auto-mutilação ! Sim, é estranho :)

Quiz - What form of self-mutilation are you? - Quizilla Quizzes: "What form of self-mutilation are you?"

It's All Over Now, Baby Blue


IT'S ALL OVER NOW, BABY BLUE


You must leave now, take what you need, you think will last.
But whatever you wish to keep, you better grab it fast.
Yonder stands your orphan with his gun,
Crying like a fire in the sun.
Look out the saints are comin' through
And it's all over now, Baby Blue.

The highway is for gamblers, better use your sense.
Take what you have gathered from coincidence.
The empty-handed painter from your streets
Is drawing crazy patterns on your sheets.
This sky, too, is folding under you
And it's all over now, Baby Blue.

All your seasick sailors, they are rowing home.
All your reindeer armies, are all going home.
The lover who just walked out your door
Has taken all his blankets from the floor.
The carpet, too, is moving under you
And it's all over now, Baby Blue.

Leave your stepping stones behind, something calls for you.
Forget the dead you've left, they will not follow you.
The vagabond who's rapping at your door
Is standing in the clothes that you once wore.
Strike another match, go start anew
And it's all over now, Baby Blue.


Bob Dylan, from "Bringing It All Back Home" (1965)




O grande, grande Dylan. :) Saudações bloguistas a todos. :)

Pearl Jam

Após 2 meses de ter sido lançado, já sinto “legitimidade” (e tenho tempo !) para escrever algo sobre o mais recente algum dos Pearl Jam, “Pearl Jam”. Musicalmente, as guitarras são uma constante, provavelmente como nunca nos PJ, e a voz do Vedder não desaponta em nenhuma das 13 faxas.

Este album teve como apresentação o single "World Wide Suicide", que podia ser gratuitamente adquirido na net. É um álbum algo politico/social em que o Vedder aborda temas como as eleições americanas “why swim the channel just to get this far?”, passando por questões específicas como o preço do combustível “when the gas in my tank feels like money in the bank” , o desemprego “Well, his wife and kid are sleeping but he's still awake, On his brain weighs the curse of thirty bills unpaid”, a guerra, tudo de uma forma algo negra. Todo o album soa a alguma urgência, raiva, necessidade de agir, talvez com excepção para o último tema “inside job” que deixa uma espécie de mensagem de esperança “I will not lose my faith”, e o tema "Parachutes" (é um dos meus temas preferidos) que é uma "quebra" a meio do album, embora o espírito não seja tão optimista como "inside job".
Para mim, e considerando que o "ten" já está velhinho e necessita de sucessor :) , este album é o melhor dos PJ.

Se gostam de Pearl Jam comprem o album... e encontremo-nos no Pavilhão Atlântico a 4 e 5 de Setembro para 2 grandes concertos :)

Em breve comento outros grandes albuns que adquiri há pouco e que me têm acompanhado no trajecto casa-emprego-casa, como "The Great Divide" do Scott Stapp (ex-creed), Tool "10000 days" e "Under the Iron Sea" dos Keane.

sexta-feira, 7 de Julho de 2006

Grande concerto!! (SBSR, 07/Jun/06)

"Walk Away"
Franz Ferdinand


I swapped my innocence for pride
Crushed the end within my stride
Said 'I'm strong now I know that I'm a leaver"
I love the sound of you walking away
Mascara bleeds a blackened tear
And I am cold
Yes I'm cold
But not as cold as you are
I love the sound of you walking away

Why don't you walk away?
No buildings will fall down
Why don't you walk away?
No quake will split the ground
Why don't you walk away?
The sun won't swallow the sky
Why don't you walk away?
Statues will not cry

I cannot turn to see those eyes
As apologies may rise
I must be strong and stay an unbeliever
And love the sound of you walking away
Mascara bleeds into my eye
I'm not cold
I am old
At least as old as you are
As you walk away

And as you walk away
My headstone crumbles down
As you walk away
The Hollywood wind's a howl
As you walk away
The Kremlin's falling
As you walk away
Radio 4 is static
As you walk away

The stab of stiletto
On a silent night
Stalin smiles
Hitler laughs
Churchill claps
Mao Tse-Tung
On the back

quarta-feira, 5 de Julho de 2006

Partilha

Partilhar deveria ser sempre fonte de satisfação, quer pelo acto em si quer pela felicidade que proporcionamos ao outro. Deveria ser forma de unir as pessoas e de as colocar mais em sintonia com o universo e com o papel que desempenham naquele.

Mas custa tanto, por vezes, ter apenas um pedacinho do que nos faz falta... especialmente se não é escolha nossa. E não estou a falar sequer de bens materiais, embora também possamos ir por aí, obviamente.

Eis uma boa estratégia para ser feliz: contentamento.

segunda-feira, 3 de Julho de 2006

Sem palavras

Anywhere else...

... é onde eu gostaria de estar neste momento.

Monday, bloody Monday...