O papel pedagógico das telenovelas
Hoje de manhã, a caminho do trabalho, ao parar na bomba de gasolina para abastecer o meu Puntinho com 40 Euros (o equivalente a 5-6 litros de gasosa, com sorte), eis que me deparo com o seguinte “header” na revista “TVGuia Novelas”:
Tempo de Viver
M.ª João Bastos – “Saiba como ela vai engravidar”
Muito bem!, pensei, finalmente as telenovelas (presumo que “Tempo de Viver” seja o nome de uma telenovela) a servirem um propósito pedagógico há muito ansiado pelos espectadores!
Iremos portanto usufruir, na dita revista, de uma explicação de como o ser humano se reproduz. Começarão (divago eu agora) por apresentar os costumeiros esquemazinhos com os aparelhos reprodutores masculino e feminino, qui ça incluindo umas fotos de modelos nus para melhor evidenciar essa distinção. Para ilustrar a concepção propriamente dita o melhor seria, digo eu, recorrer à novela em si e apresentar uma pequena simulação filmada pela própria M.ª João Bastos e por um seu solícito colega de trabalho. E como dificilmente se engravida à primeira, sou de opinião que o realizador devia imprimir realismo e abordar as várias tentativas do casal, com as habituais e dramáticas dificuldades: falta de sítio adequado ao acto, eventual fuga da polícia/segurança do parque, mau jeito derivado de posições pouco adequadas a pessoas em fraca forma física… Vejo pano para mangas, meus amigos, material para diversos episódios!
Talvez a dita revista possa até editar uma série de DVDs coleccionáveis com mais pedagogia deste estilo. Ena, ena.
Adoro novelas. :-)
Tempo de Viver
M.ª João Bastos – “Saiba como ela vai engravidar”
Muito bem!, pensei, finalmente as telenovelas (presumo que “Tempo de Viver” seja o nome de uma telenovela) a servirem um propósito pedagógico há muito ansiado pelos espectadores!
Iremos portanto usufruir, na dita revista, de uma explicação de como o ser humano se reproduz. Começarão (divago eu agora) por apresentar os costumeiros esquemazinhos com os aparelhos reprodutores masculino e feminino, qui ça incluindo umas fotos de modelos nus para melhor evidenciar essa distinção. Para ilustrar a concepção propriamente dita o melhor seria, digo eu, recorrer à novela em si e apresentar uma pequena simulação filmada pela própria M.ª João Bastos e por um seu solícito colega de trabalho. E como dificilmente se engravida à primeira, sou de opinião que o realizador devia imprimir realismo e abordar as várias tentativas do casal, com as habituais e dramáticas dificuldades: falta de sítio adequado ao acto, eventual fuga da polícia/segurança do parque, mau jeito derivado de posições pouco adequadas a pessoas em fraca forma física… Vejo pano para mangas, meus amigos, material para diversos episódios!
Talvez a dita revista possa até editar uma série de DVDs coleccionáveis com mais pedagogia deste estilo. Ena, ena.
Adoro novelas. :-)


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